Maria Luiza da Silva Araújo Lopes, 22 anos, investigada por integrar um grupo criminoso acusado de agiotagem, extorsão, lavagem de dinheiro…
A suspeita é apontada pela PCDF como responsável por captar clientes para a rede de agiotas e participar ativamente das cobranças ostensivas e extorsões contra feirantes e comerciantes do DF. As investigações revelaram que o grupo cobrava juros abusivos superiores a 20% ao mês e movimentou mais de R$ 10 milhões em um período de oito meses, utilizando contas de empresas e de familiares para ocultar o dinheiro. A prisão foi efetuada nesse domingo (13/9) pela 6ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (6ª DEIC) da Polícia Civil do Tocantins (PC/TO).
Mesmo após a prisão temporária de outros integrantes do grupo na semana anterior, a investigada teria ido à residência de uma das vítimas, acompanhada de um homem armado, para exigir cópias de depoimentos prestados à polícia e tentar coagir testemunhas.
A decisão judicial que determinou a prisão preventiva apoiou-se em análises financeiras, imagens de câmeras de segurança que identificaram Maria Luiza no prédio de uma das vítimas e dados de terminais telefônicos utilizados para intimar os devedores. Com a localização da suspeita, todos os 12 mandados de prisão preventiva expedidos no âmbito da operação foram cumpridos.
Fonte: CB
